segunda-feira, 8 de junho de 2020

Professor Leonardo - Historia - 9 anos

Segue abaixo, para os alunos do 9° ano, um resumo dos principais temas abordados na disciplina de História, durante o 1° bimestre. Não é uma atividade, apenas um resumo. Quem quiser pode copiar ou colar no caderno.

RESUMO – HISTÓRIA
9° ANO – 1°BIMESTRE

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: 1° E 2° FASE

1° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
2° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Época / Período
Século XVII (17)
Século XIX (19)
Inventos principais
Motores à vapor
Aço, motores à combustão interna e eletricidade
Fontes de Energia
Carvão mineral e madeira
Petróleo e carvão mineral
Setores econômicos
Transportes (trens e navios vapores) e Setor Têxtil (tear mecânico)
Usinas de eletricidade, Siderurgia e metalurgia, setores petrolífero e automobilísticos.

IMPERIALISMO E NEOCOLONIALISMO
No final do século XIX, os potências capitalistas iniciaram um novo ciclo de conquistas coloniais. Esse processo é chamado de Neocolonialismo (nova colonização) ou Imperialismo, diferenciando esse processo da colonização da América nos séculos XVI, XVII e XVIII.


COLONIALISMO
NEOCOLONIALISMO / IMPERIALISMO
Período
XVI – XVIII (16-18)
XIX – XX (19-20)
Metrópoles coloniais / potências capitalistas
Espanha, Portugal, França e Inglaterra
Reino Unido (Inglaterra), França, Alemanha, Itália, Bélgica, Rússia, EUA e Japão
Áreas colonizadas
América e litoral africano e indiano
África, Ásia, Oceania e América Latina
Interesses econômicos
Metais preciosos (ouro e prata) e produtos tropicais (açúcar, algodão, tabaco, etc).
Minério (ferro, manganês, bauxita) e metais preciosos, mercado consumidor e expansão capitalista
Justificativa ideológica / cultural
Expansão da Igreja Católica – catequização dos nativos
Expansão da indústria, da ciência e do progresso a regiões consideradas atrasadas / superioridade europeia.

FORMAS DE DOMINAÇÃO:
• COLONIZAÇÃO DIRETA: Dominação política, econômica e militar (maior parte da África)
• PROTETORADO: Domínio colonial aliado. (Egito e Índia).
• ÁREA DE INFLUÊNCIA: Oferecer privilégios econômicos e jurídicos. (China).
• DOMÍNIO ECONÔMICO: Áreas independentes sob exploração econômica. (América Latina.)

PRINCIPAIS IMPÉRIOS:
IMPÉRIO BRITÃNICO (UK) – Era o maior e mais poderoso império colonial. Sua colônias estavam distribuídas na América, África, Ásia e Oceania. Na Ásia, a sua principal colônia era a Índia, que comercializava algodão, chás e eram alvo de investimentos de infraestrutura. Na África, o Egito, por causa da Bacia do Nilo e do Canal de Suez, e, a África do Sul, grande produtora de ouro e diamante.

IMPÉRIO FRANCÊS – A partir de 1830, com a conquista da Argélia, os francese ocuparam todo o noroeste africano, além da Somália e Madagascar Na Ásia, invadiram a Indochina (atual Laos e Vietnã).
IMPÉRIO DA BÉLGICA -  Os belgas ocuparam o Congo, colonização marcada pela extrema violência contra os nativos.
IMPÉRIO ALEMÃO – Ocupou a África Oriental Alemã, a África do Sudoeste, Camarões e Togo.
IMPÉRIO HOLANDÊS – Ocuparam a Indonésia (Ásia) e a Colônia do Cabo (África do Sul)

Além das principais conquistas das potências europeias, destaque para as expansões da Rússia e Japão, na Ásia e o EUA na América Latina (Imperialismo Econômico).

O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XIX
A CRISE DO IMPÉRIO NO BRASIL (FATORES)
· GUERRA DO PARAGUAI (1864-1870)
Fortalecimento dos militares nas questões políticas.
· A QUESTÃO RELIGIOSA
Acusado de participar da Maçonaria, ocorre um desgaste entre o imperador e a Igreja Católica.
· O PROBLEMA DA SUCESSÃO
A princesa Isabel, casada co o francês Conde D’eu, não tinham o apoio das elites brasileiras.
· O MOVIMENTO ABOLICIONISTA
Com a aprovação da Lei Áurea, pela princesa Isabel, a monarquia perde seus últimos apoiadores, os cafeicultores escravistas do Vale do Paraíba.
· O MOVIMENTO REPUBLICANO
O crescimento do movimento republicano entre membros das elites econômicas, intelectuais e militares e o apoio de potências estrangeiras (Império Britânico).

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA:
Diante do isolamento político de D. Pedro II, membros das elites aristocráticas paulistas e de setores do exército passaram a se articular preparando a queda do imperador. Em 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca toma o governo e proclama a República no Brasil. D. Pedro II, sem reação é derrubado do poder.
A PRIMEIRA REPÚBLICA NO BRASIL
Período compreendido entre 1889 até 1930. Esse período é dividido em 2 fases – A República das Espadas e a República das Oligarquias

A REPÚBLICA DAS ESPADAS 1889 – 1894
Governos dos marechais Deodoro da Fonseca (1889/1891: governo provisório e 1891: governo constitucional) e Floriano Peixoto (1891-1894).
A Constituição de 1891:
· República Federalista Presidencialista
· 3 poderes políticos (Executivo, Legislativo e Judiciário). O presidente teria um mandato de 4 anos;
· As antigas Províncias se transformaram em Estados, com maior autonomia e independência.
· Separação do Estado e da Igreja. Criação do casamento civil
· Voto aberto universal para cidadãos maiores de 21 anos e alfabetizados.

A REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS (1894 – 1930)
OLIGARQUIA - forma de governo em que o poder político está concentrado num pequeno número pertencente a uma mesma família, um mesmo partido político ou grupo econômico ou corporação.
CARACTERÍSTICAS:
O poder político passou a ser controlado pelas oligarquias rurais regionais, com maior destaque para a Oligarquia Cafeeira de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro
· POLÍTICA DOS GOVERNADORES - Acordos políticos entre presidentes e governadores de estados  
· POLÍTICA DA CAFÉ COM LEITE - Domínio  de membros as Oligarquias de Minas e São Paulo no comando do governo federal
· CORONELISMO – Controle dos Coronéis, como eram chamados os donos de terra, sobre o eleitorado  rural, através de práticas de compra de votos e pressão eleitoral, chamada de Voto  de Cabresto.


PRESIDENTES NA REPÚBLICA OLIGÁRQUICA (1894/1930)
Prudente de Moraes – SP  (1894/1898)
Campos Sales – SP (1898/1902)
Rodrigues Alves – SP (1902/1906)
Affonso Pena – MG (1906/1909)
Nilo Peçanha – RJ (1909/1910)
Hermas da Fonseca – RS (1910/1914)
Wenceslau Braz – MG (1914/1918)
Delfim Moreira – MG (1918/1919)
Epitácio Pessoa – PB (1919/1922)
Arthur Bernardes – MG (1922/1926)
Washington Luis – RJ (1926/1930)

REVOLTAS SOCIAIS NA PRIMEIRA REPÚBLICA

GUERRA DE CANUDOS
BAHIA 1896/1897
Revolta liderada pelo beato Antônio Conselheiro, fundador da cidade de Belo Monte (antigo arraial de Canudos). Cerca de 20 mil habitantes foram mortas após 4 ofensivas do exércitos estaduais e brasileiro.

REVOLTA  DO CONTESTADO
SANTA CATARINA E PARANÁ 1912/1916
Revolta liderada pelo beato monge José Maria. Durante 4 anos ocorreram violentos combates entre sertanejos e tropas do governo pela disputa de terras onde estava sendo construída uma estrada de ferro. Após 4 anos de combates, cerca de 20 mil sertanejos foram massacrados pelas tropas do governo

REVOLTA DA VACINA
RIO DE JANEIRO 1904
Revolta contra a reforma urbana a desapropriação de casas e cortiços na capital da república. A decretação da obrigatoriedade da campanha de vacinação contra a varíola fez explodir um movimento popular. Tumultos, saques, enfrentamento com a polícia e prisões arbitrárias ocorreram.  O governo decretou estado de sítio e após 5 dias de confrontos, a situação se controlada.

REVOLTA DA CHIBATA
RIO DE JANEIRO 1910
Revolta liderada pelo marinheiro negro João Candido, contra as agressões físicas impostas aos marinheiros negros na marinha do Brasil. Os rebeldes foram enganados pelo governo e terminaram presos. Alguns foram executados e outros exilados para o Acre.

O CANGAÇO
SERTÃO NORDESTINO – Final do século XIX até a década de 1930
Bandos de homens armados que circulavam pelo sertão nordestino realizando assaltos, ataques e assassinatos (geralmente pagos pelos donos de terras). Combatiam as forças policiais, mas não tinham nenhuma organização política, sendo consequência das rivalidades entre os coronéis locais. O bando mais famoso foi o de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.

GREVE GERAL DE 1917
SÃO PAULO 1917
Com o crescimento da indústria em São Paulo no início do século XX, aumentou o número de operários industriais (trabalhadores). Muitos, de origem italiana e espanhola, que trouxeram ideias de lutas e garantias sociais (anarquismo e socialismo). A principal reinvidicação era a jornada de trabalho de 8 horas. 70 mil trabalhadores aderiram à greve. O movimento conseguiu um aumento médio de 20% nos salários. Porém sindicatos e líderes estrangeiros foram perseguidos pelo governo após o fim da greve.

SEMANA DE ARTE MODERNA
SAÕ PAULO 1922
Movimento artístico comemorativo do centenário da independência, marcando o surgimento do Movimento Modernista Brasileiro. Artistas com os escritores Oswald de Andrade, Mário de Andrade, o compositor Villa Lobos e a pintora Anita Malfatti revolucionaram a arte no país. Não compreendida pelo público conservador, a exposição foi duramente criticada, porém abriu a possibilidade de uma arte independente e genuína brasileira.

MOVIMENTO TENENTISTAS
Movimento de insatisfação dos tenentes com a política da  primeira república. Formado por 3 episódios:
· A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana 1922 – A rebelião dos tenentes do Forte de Copacabana, terminou com a execução de 18 rebeldes (17 militares e 1 civil).
· A Revolução Paulista de 1924 – rebelião dos tenentes paulistas. O movimento foi melhor organizado e os tenentes chegaram a controlar a capital paulista. Porém, a ofensiva do exército vindos da capital desmobilizou o movimento. Os tenentes fugiram para o interior.
· A Coluna Preste 1925/1927 – Militares gaúchos se uniram aos paulistas rebeldes e formaram uma coluna militar que passou a percorrer o interior do país, defendendo ideias políticas. Foram liderados pelo major Miguel Costa e o tenente Luis Carlos Preste. Após 2 anos, com mais de 53 combates, a Coluna se dividiu e se desfez. Muitos fugiram para países vizinhos. 

Professor Leonardo - História - 1 ano A e B



Segue abaixo, para os alunos do 1 ano A e B e demais, um resumo dos principais temas abordados na disciplina de História, durante o 1° bimestre. Não é uma atividade, apenas um resumo. Quem quiser pode copiar ou colar no caderno.



1° ANO - HISTÓRIA – RESUMO - 1º BIMESTRE



A “PRE-HISTÓRIA”



A Pré-História é um período da história humana particularmente grande. A sua nomenclatura e larga duração remetem ao século XIX, quando os primeiros vestígios da vida humana pré-histórica começaram a ser encontrados. Isso porque no século XIX, existia a noção de que a História só poderia ser feita por meio de documentos escritos e, assim, todos os acontecimentos anteriores ao surgimento da escrita ficaram conhecidos como “Pré-História”.

Hoje dividimos esse longo período da história humana, do surgimento dos primeiros Hominídeos ao surgimento da escrita (3000 a.C.) em 3 períodos principais: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico



OS HOMINÍDEOS



O termo Hominídeo é usado para espécies ancestrais humanos extintos. Esse grupo se encontra dentro da ordem dos primatas. Suas principais características são: posição ereta e bípedes (2 pernas), aumento da capacidade craniana, desenvolvimento de pequenos dentes e caninos não especializados e com desenvolvimento comportamental de usar utensílios e desenvolver uma linguagem verbal. Entre os principais hominídeos, destacamos:

AUSTRALOPITECUS: África, entre 4 à 2,5 milhões de anos. Bípede e usavam utensílios

HOMO HABILIS: África entre 2,5 à 1,5 milhões de anos. Produção de utensílios de pedra.

HOMO ERGASTER: África entre 1,9 à 1,2 milhões de anos. Caçadores - coletores.

HOMO ERECTUS: África, Ásia e Europa. 1,5 milhões à 300 mil anos. Domínio do fogo.

HOMO SAPIENS ARCAICO (HEIDELBERGENSIS):entre 500mil e 250 mil anos. Crânio próximo do atual.

HOMO SAPIENS NEANDERTHALENSIS:150mil à 30 mil anos. África, Ásia, Europa e Oceania .Se adaptou bem ao último período glacial. Vivia em cavernas, eram ótimos caçadores e praticavam sepultamentos.

HOMO SAPIENS SAPIENS:120 mil até hoje. Próximo à extinção, sobreviveu e se expandiu para todos os continentes por volta de 50 mil anos. Desenvolveu a arte e vocabulário.



OS PERÍODOS PALEOLÍTICO, MESOLÍTICO E NEOLÍTICO



PALEOLÍTICO INFERIOR:

2,5 milhões à 150 mil – Australopithecus, Homo Habilis, Homo Ergaster, Homo Erectus



PALEOLÍTICO MÉDIO:

150 mil à 40 mil anos. Homo Heidelbergensis, Homo Sapiens Neanderthalensis



PALEOLÍTICO SUPERIOR:

40 mil à 12 mil anos. Homo Sapiens Sapiens.



MESOLÍTICO:

12 mil à 10 mil anos. Transição do nomadismo para o sedentarismo







NEOLÍTICO:

10 mil anos – 6 mil aC (antes de Cristo). Sedentarismo. Domínio da agricultura e domesticação de animais. Surgimento das cidades. Propriedades coletiva.

(IDADE DOS METAIS)

6 mil à 3 mil aC. Formação do Estado, propriedades privadas, divisão social.



O MODO DE VIDA:

PALEOLÍTICO: Caçadores e coletores, nômades, pouca ou nenhuma divisão social, instrumentos de pedras lascadas e domínio do fogo (Erectus), sepultamentos (Neanderthal), arte e criatividade (Sapiens).

NEOLÍTICO: Sedentários, melhores ferramentas e armas, domínio da agricultura e pastoreio, surgimento de aldeias e cidades, divisão social do trabalho (cerâmica e tecelagem).



AS TEORIAS DE OCUPAÇÃO DA AMÉRICA



TEORIA DE CLÓVIS – O caminho gelado.

A partir de vestígios encontrados na cidade de Clovis, Novo México, EUA, em 1937, deu origem a teoria que defende que a origem do homem americano é da Ásia central. Esses grupos humanos teriam cruzado o estreito de Bering, no Alasca entre 15 e 10 mil anos. No período essa região estava congelada, permitindo a travessia a pé.



TEORIA POLENÉSIA – A travessia marítima

Novos vestígios encontrados na América do Sul (incluindo os fósseis de Luzia e os homens de Lagoa Santa e os vestígios da Serra da Capivara, no Piauí) deram origem a teoria da travessia marítima pela Polinésia (Oceano Pacífico) entre 20e 50 mil anos.



OS POVOS PRIMITIVOS BRASILEIROS – PALEOINDIOS



OS HOMENS DE LAGOA SANTA

Fósseis encontrados pelo cientista dinamarquês Peter Lund, no final do século XIX, em cavernas próximas de Belo Horizonte - MG. Nessa mesma região, foi descoberto o fóssil de Luzia, em 1975, pela professora Annete Laming-Emperaire. Luzia é até hoje, o fóssil mais antigo das Américas, com aproximadamente 11.500 anos.

POVOS DOS SAMBAQUIS

Encontrados em várias partes do litoral brasileiro. Sambaquis são montes e dunas formados pelo acumulo de conchas e restos de frutos animais consumidos por essas populações.Alguns foram usados também como local de sepultamento dos membros desses grupos. Viveram entre 2.500 e 1.500 anos atrás.

CULTURAS UMBU E HUMAITÁ

Povos caçadores que viveram nas regiões de serra das regiões Sul e Sudeste. Utilizavam instrumento de pedras como ponta de lança e boleadeiras.. Viveram por volta de 9.500 a.C

CULTURA MARAJOARA

Povos ceramistas que viveram na região da Ilha de Marajó, no Pará.Viveram entre 5.000 – 3.500 a.C.

O SÍTIO DA SERRA DA CAPIVARA, PIAUÍ

Localizado próximo da cidade de São Raimundo Nonato, a região guarda vestígios de utensílios de pedra de 30 a 50 mil anos. (embora nenhum fóssil foi encontrado).

Prof. Denilson. Projeto de Vida. 1 anos A.B.C. Ensino Médio


Prof. Mario. Matemática. 9 anos F e G





Prof. Mario. Matemática. 1 anos A. B. C. Do ensino médio


Prof.Denilson - Eletiva (Corpo Humano) - 9ºB

DISCIPLINA : ELETIVA ( CORPO HUMANO: CORPO HUMANO )

PROFESSOR : DENILSON DO NASCIMENTO

ANO/SÉRIE: 9º B

PRAZO DE ENTREGA: 12/06/2020

TEMA: CORPO HUMANO EM DESENVOLVIMENTO


     Nesta atividade iremos descobrir como acontece o desenvolvimento do corpo humano no periodo de gestação, isso quer dizer até o nascimento.

     Agora vocês devem pesquisar como o embrião começa o seu desenvolvimento o que é criado primeiro o coração, o cerebro o quê ?

     Faça o passo a passo até a sua formação total para nascer e descubra também por que fica o tempo todo dentro da água.


RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM AJUDAR:  PESQUISAS, YOU TUBE, GOOGLE.

AVALIAÇÃO SERÁ FEITA MEDIANTE A ENTREGA DO TRABALHO, QUE PODERÁ SER ENVIADO PELO EMAIL ABAIXO:

denis.estribo@hotmail.com


Prof. Denilson - Eletiva (Corpo Humano) - 8ºA

        TRABALHO MÊS JUNHO/2020

DISCIPLINA ELETIVA ( CORPO HUMANO: SAÚDE E PREVENÇÃO )

ANO/SERIE: 8º A

PROFESSOR: DENILSON DO NASCIMENTO

PRAZO DE ENTREGA: 12/06/2020


TEMA: SAÚDE E PREVENÇÃO EM RELAÇÃO AO CORONA VIRUS


     Como as pessoas e você pode evitar pegar está doença ?

     Por que as pessoas mais idosas são tão vuneraveis ?

     Os atletas podem contrair está doença ? Por que ?

     Os jovens estão livre do contagio ? Por que ?

     Por que algumas pessoas tem o sintoma leve ? Por que ?

     O que devemos fazer para melhorar a imunidade do corpo e que precausões devemos ter para que está doença não chegue dentro de casa ?


RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM AJUDAR: REPORTAGENS, YOU TUBE GOOGLE.

AVALIAÇÃO SERÁ COM ENVIO DO TRABALHO, QUE PODE SER ATRAVÉS DO EMAIL ABAIXO:

denis.estribo@hotmail.com


Prof. Denilson - Eletiva (Corpo Humano) - 6º F

                                                  TRABALHO MÊS JUNHO/2020

DISCIPLINA: ELETIVA ( CORPO HUMANO )

ANO/SÉRIE: 6º F

PROFESSOR: DENILSON DO NASCIMENTO

PRAZO DE ENTREGA: 12/06/2020


TEMA : Como o corpo humano funciona em uma atividade física quando fica doente ?


     No trabalho anterior podemos observar o corpo em funcionamento de forma saúdavel e quando ele fica doente ?

     Neste caso devemos pesquisar o que acontece com o corpo quando ele está com o corona virus, funciona normalmente, parcialmente ou para ? Por que ?

     A casos que as pessoas não percebem que estão doente ? Por que ?

     Para ajudar o corpo humano podemos fazer exercícios ou temos que ficar sem fazer ? Por que ?

     Quais as precausões devemos tomar quando fazemos atividades físicas ao ar livre para não contrair o corona virus ?


RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM AJUDAR NO TRABALHO: YOU TUBE, GOOGLE E REPORTAGENS.

AVALIAÇÃO SERÁ COM A ENTREGA DO TRABALHO QUE PODE SER PELO EMAIL ABAIXO:

denis.estribo@hotmail.com


domingo, 7 de junho de 2020

Prof. Junior - Atividade 10 – Eletiva - Africanidades (8º C e 9º G)

Atividade 10 – Eletiva Africanidades (8º C e 9º G) 


Olá alunos e alunas,

Para esta atividade desta semana iremos abordar o impacto das desigualdades sociais, na prevenção e propagação da pandemia do Covid-19. 

Peço a vocês que leiam a publicação abaixo da revista Galileu (https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/05/na-pandemia-de-covid-19-negros-morrem-mais-do-que-brancos-por-que.html - Marília Mara Sciulo - atualizado: 30/05/2020). Reflitam e após façam no seu caderno um breve resumo e responda a questão:


1-) Quais são os fatores que deixam a população negra mais vulnerável ao coronavírus?


Na pandemia de Covid-19, negros morrem mais do que brancos. Por quê?

Desigualdades sociais e econômicas são determinantes para maior risco de infecção e morte pela doença causada pelo novo coronavírus. Entenda

Do primeiro ministro britânico Boris Johnson ao ator Tom Hanks, da influenciadora digital Gabriela Pugliesi à cantora Preta Gil, o início do surto, o novo coronavírus pareceu não poupar ninguém: todos estariam igualmente expostos à doença. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, chegou a afirmar que o coronavírus era um “grande equalizador” ao divulgar que seu irmão mais novo havia contraído o vírus. À primeira vista, o raciocínio parece lógico: se ninguém tem imunidade contra microrganismo, que não escolhe suas vítimas, em tese todos estão sujeitos ao mesmo risco de infecção.

Não demorou muito para que dados derrubassem o equívoco e escancarassem o impacto das desigualdades sociais na prevenção e propagação da pandemia. Em países como Estados Unidos e Brasil, campeões de casos no mundo, é quase impossível não falar de desigualdade social e racismo. Por aqui, 75% dos mais pobres são negros, segundo um levantamento realizado em 2018 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontou como pretos e pardos trabalham, estudam e recebem menos que os brancos no país.

Nos Estados Unidos, primeira nação das Américas a ver a escalada dos casos, a desproporção é gritante. Embora 18% da população do país seja negra, 52% dos casos e 58% das mortes por Covid-19 são de pacientes negros, segundo um relatório da amfAR publicado no início de maio. Em estados como Geórgia, Louisiana e Alabama, as disparidades são ainda maiores, conforme mostra o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC): na Geórgia, 83% dos internados são negros, que correspondem a 32% da população; em Louisiana, estado com 33% da população negra, as mortes afroamericanas equivalem a 70%; e, no Alabama, a proporção de mortes é de 44% em uma população de 26%.

No Brasil, os dados do Ministério da Saúde sequer eram separados por cor no início da pandemia. Os boletins só passaram a incluir tais números a partir do dia 11 de abril, quase um mês e meio depois da confirmação do primeiro caso de Covid-19, e graças à pressão da Coalizão Negra por Direitos, um grupo de 150 entidades que, no início de abril, enviou uma carta ao Ministério da Saúde e às secretarias de saúde de todos os estados pedindo a divulgação da cor, do gênero e dos bairro dos infectados. “A quantidade de notificação sem informação de cor só reforça o racismo institucional, que invisibiliza os negros”, diz a médica Rita Helena Espirito Santo Borret, coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) de Saúde da População Negra da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).

Os dados são desanimadores: uma análise da Agência Pública mostrou que há uma morte para cada três brasileiros negros hospitalizados por Covid-19, enquanto entre brancos a proporção é de uma morte a cada 4,4 internações. Em São Paulo, cidade com o maior número de casos, bairros com maior concentração de negros têm mais óbitos pela doença. Dos dez com o maior número absoluto de mortes por coronavírus, oito têm mais negros que a média municipal.

Um estudo liderado por pesquisadores da PUC-Rio e divulgado no último dia 27 de maio evidencia ainda mais essas disparidades. Em termos de óbitos por Covid-19, pessoas sem escolaridade têm taxas três vezes maiores (71,3%) em relação àqueles com nível superior (22,5%). Combinando raça e índice de escolaridade, o cenário fica ainda mais desigual: pretos e partos sem escolaridade morrem quatro vezes mais pelo novo coronavírus do que brancos com nível superior (80,35% contra 19,65%). Considerando a mesma faixa de escolaridade, pretos e pardos apresentam proporção de óbitos 37% maior, em média, do que brancos.

“Entendemos que o racismo está estruturado na nossa sociedade, e por isso impacta a vida de todos de diferentes formas”, diz Luís Eduardo Batista, pesquisador do Instituto de Saúde da Secretaria de Saúde de São Paulo. “Ele interfere no acesso aos serviços, na qualidade e até nas relações do usuário com o profissional", complementa Batista, que também é coordenador do GT Racismo e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

E isso é uma via de mão dupla: vale tanto para pacientes que não confiam ou se recusam a ser atendidos por profissionais de saúde negros quanto para médicos e enfermeiros que não estão preparados para lidar com a população negra. “Existe uma reprodução do racismo institucional na instituição saúde”, avalia Borret. "Médicos e todos os outros profissionais da saúde são pessoas da mesma sociedade, que é racista. Na medicina e em outros cursos, não há cuidado de atentar para a saúde da população negra, isso hierarquiza as pessoas que têm mais direito a viver, e neste caso são os brancos”, analisa a médica. 

Desigualdade estrutural
Até o momento, não foi identificado se há componentes genéticos que aumentem o risco da população negra acometida pelo novo coronavírus. Sabe-se, no entanto, que ela tem maior predisposição a diabetes e hipertensão, condições que aparecem como comorbidades em vítimas de Covid-19. Ainda assim, explica o representante da Abrasco, esse tipo de informação costuma ser negligenciada pela comunidade médica. “A Sociedade Brasileira de Hipertensão, por exemplo, não avisa os profissionais em seus materiais que negros têm níveis pressóricos mais altos”, observa.

Mesmo com a predisposição às comorbidades, os principais fatores que deixam a população negra mais vulnerável ao novo coronavírus são sociais. “A população negra tem menos acesso a saneamento, vive mais concentrada, com mais trabalho informal ou desemprego”, diz Borret. “Falam ‘lave as mãos’, mas não tem saneamento básico e água encanada. Falam ‘vamos fazer isolamento’, mas que isolamento social é esse, se porteiros e cozinheiras continuam tendo que trabalhar?”, critica Batista. Esses fatores sociais podem, aliás, ser relacionados às próprias comorbidades: pobres têm mais obesidade, diabetes, hipertensão e colesterol alto por falta de dietas equilibradas (o maior exemplo é a cesta considerada básica, que não costuma incluir frutas e verduras).

O acesso aos serviços de saúde também está relacionado a fatores sociais. A começar pela própria localização deles — os hospitais de campanha de São Paulo, por exemplo, foram construídos no centro da cidade, embora haja mais casos na periferia. E quase 80% da população brasileira que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) se autodeclara negra, mas somente 44% dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTIs) estão no sistema. “Ter um sistema único garante o mínimo de cuidado, mas quando olhamos para a distribuição dos leitos de UTI, respiradores, e outros equipamentos necessários no tratamento da Covid-19, ela é muito desigual”, destaca Borret.

Política da morte
“Vivemos hoje em uma política que propõe que quem tem dinheiro vai ter acesso à saúde, e há pessoas autorizadas a morrer: pretas, pobres e periféricas”, pontua a médica da SBMFC. É o fenômeno da “necropolítica”, termo cunhado pelo filósofo camaronês Achille Mbembe, que investiga como governos decidem quem vive e quem morre, e de que maneira isso vai acontecer. O exemplo máximo foi a frase dita pelo presidente Jair Bolsonaro no início da pandemia: “alguns vão morrer? Vão morrer. Lamento, essa é a vida.”

É a certeza, velada ou subconsciente, de que não fazem parte desse “alguns” que leva muita gente a fazer pouco caso da nova pandemia, reforçando a ideia de que ela não é nada democrática. “Para algumas pessoas, está tudo certo este pacto social que temos de que muitos vão morrer, mas estes muitos não serão os meus, porque minha família está aqui protegida”, ilustra Batista.

Por mais recente que seja o termo necropolítica (Mbembe o descreveu em 2003) e que no início a pandemia de fato tenha se espalhado pelas elites brancas, ela já começa a seguir um curso que não é nenhuma novidade na história: na medida em que os mais ricos superam a doença e conseguem frear o contágio entre si, criando uma espécie de “bolha”, e ela se espalha para as camadas mais pobres, a enfermidade passa a ser negligenciada.

Passado que se repete
Foi assim com a peste bubônica em 1349. Segundo a revista Scicence, o cronista francês Gilles Li Muisis chegou a escrever que “nem os ricos, a classe média, nem os pobres estavam seguros; cada um teve que esperar a vontade de Deus.” De fato, entre 1347 e 1351, de 30% a 60% dos europeus padeceram por causa da peste. A França perdeu quase metade de sua população, assim como a cidade de Londres, uma das maiores metrópoles já naquela época.

Mas estudos arqueológicos recentes, que avaliaram esqueletos em cemitérios criados especificamente para as vítimas da peste, identificaram que as desigualdades sociais e econômicas desenharam o rumo da pandemia. E, após a primeira grande onda, os ricos começaram a se isolar logo no início de novos surtos. Entre 1563 e 1665, a mortalidade da peste entre as camadas mais ricas de Londres teve uma redução significativa, enquanto permanecia igual ou crescia entre os mais pobres, segundo registros de batismos e certidões de óbito. Não à toa, médicos italianos passaram a considerar a peste uma doença dos pobres.

O ciclo se repete até hoje. “Se olhar para todas as doenças infecciosas que não conseguimos erradicar no nosso país, como tuberculose e hanseníase, elas são mais frequentes entre a população preta e pobre”, diz Borret. “Porque a população que tem dinheiro e acesso consegue achar meios para diminuir a contaminação entre si, e aí isola o agente infeccioso entre a população que está autorizada a morrer. Isso, que está acontecendo agora com o coronavírus e pode ser que aconteça de novo mais para frente, não é nada novo, é o caminho natural que as doenças infecciosas seguem no nosso país.”

Para quebrar este ciclo, é preciso mais do que medidas imediatistas de combate a surtos epidêmicos, que são importantes, mas não resolvem o verdadeiro problema: o racismo estrutural que vem desde os tempos de colonização. “No Brasil, logo depois da escravidão, nunca houve políticas para integrar os negros na população”, diz a especialista da SBMFC. “A população negra pode até ser a maioria em número, mas é minoria em poder, e não é representada, está sempre na subalternidade.”

A pandemia pode até ter feito parcelas da sociedade civil finalmente enxergarem populações vulneráveis e invisibilizadas, mas seu efeito equalizador para por aí — porque, pelo visto, este será mais um episódio da história com o qual vamos aprender muito pouco ou, talvez, nada.


Toda a atividade deve ser feita no caderno. 


Em caso de dúvidas vocês podem me contatar pelo e-mail: quintinoribeiro@prof.educacao.sp.gov.br 


 


BONS ESTUDOS E LEMBRANDO FIQUEM EM CASA!!! 

Prof.º Júnior


sexta-feira, 5 de junho de 2020

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Prof. Alison Azevedo - História- 8 anos B C D .

E.E. Professor Fernando Buonaduce
História – Prof. Alison Azevedo
Olá alunos! A partir dos textos e atividades a seguir, daremos continuidade com a matéria que vocês registraram no caderno. Qualquer dúvida me procure nas redes sociais ou no e-mail.

Responda no e-mail alisonazevedo@prof.educacao.sp.gov.br somente as respostas colocando nome, nº e série.

Bons estudos a todos!

CONTINUAÇÃO DE “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL”





Figura 1: Trabalho durante a 1ª Revolução Industrial

A Revolução industrial foi um conjunto de mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XVIII e XIX. A principal particularidade dessa revolução foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e com o uso das máquinas. Até o final do século XVIII a maioria da população europeia vivia no campo e produzia o que consumia. De maneira artesanal o produtor dominava todo o processo produtivo. Apesar de a produção ser predominantemente artesanal, países como a França e a Inglaterra, possuíam manufaturas. As manufaturas eram grandes oficinas onde diversos artesãos realizavam as tarefas manualmente, entretanto subordinados ao proprietário da manufatura.
A Inglaterra foi precursora na Revolução Industrial devido a diversos fatores, entre eles: possuir uma rica burguesia, o fato de o país possuir a mais importante zona de livre comércio da Europa, o êxodo rural e a localização privilegiada junto ao mar o que facilitava a exploração dos mercados ultramarinos. Como muitos empresários ambicionavam lucrar mais, o operário era explorado sendo forçado a trabalhar até 15 horas por dia em troca de um salário baixo. Além disso, mulheres e crianças também eram obrigadas a trabalhar para sustentarem suas famílias. Diante disso, alguns trabalhadores se revoltaram com as péssimas condições de trabalho oferecidas, e começaram a sabotar as máquinas, ficando conhecidos como “os quebradores de máquinas. Outros movimentos também surgiram nessa época com o objetivo de defender o trabalhador. O trabalhador em razão deste processo perdeu o conhecimento de todo a técnica de fabricação passando a executar apenas uma etapa.


A Primeira etapa da Revolução Industrial
Entre 1760 a 1860, a Revolução Industrial ficou limitada, primeiramente, à Inglaterra. Houve o aparecimento de indústrias de tecidos de algodão, com o uso do tear mecânico. Nessa época o aprimoramento das máquinas a vapor contribuiu para a continuação da Revolução.
A Segunda Etapa da Revolução Industrial
A segunda etapa ocorreu no período de 1860 a 1900, ao contrário da primeira fase, países como Alemanha, França, Rússia e Itália também se industrializaram. O emprego do aço, a utilização da energia elétrica e dos combustíveis derivados do petróleo, a invenção do motor a explosão, da locomotiva a vapor e o desenvolvimento de produtos químicos foram as principais inovações desse período.
A Terceira Etapa da Revolução Industrial
Alguns historiadores têm considerado os avanços tecnológicos do século XX e XXI como a terceira etapa da Revolução Industrial. O computador, o fax, a engenharia genética, o celular seriam algumas das inovações dessa época.
"Resumo - Revolução Industrial" em Só História. Virtuous Tecnologia da Informação, 2009-2020. Consultado em 28/05/2020 às 19:28. Disponível na Internet em http://www.sohistoria.com.br/resumos/revolucaoindustrial.php 

A partir do texto, responda:
1) Como era a produção antes da revolução industrial? O que significa artesanato e manufatura?

2) Quais foram as diferenças entre a primeira e a segunda revolução industrial?

3) Veja a ilustração abaixo. Atualmente se fala em uma quarta Revolução
Industrial com automação total das fábricas (ou seja, robôs em todos os processos da fábrica), nanotecnologia, uso dos dados em excesso, com computação na nuvem e WiFi. Desenhe ou escreva como você imagina o mundo com essas características?




Figura 2: 4ª Revolução Industrial





REVISÃO – ILUMINISMO E REVISÕES INGLESAS

1) Pesquise sobre os pensadores iluministas e escreva uma mini biografia dele e suas principais obras

2) Veja a árvore de conhecimento humano estabelecida por Diderot e D’Alembert no link https://imgur.com/a/I9ulT7h e responda:

a) Imagine que você vai mostrar essa árvore para um amigo, como você a explicaria? O que você compreendeu? Faça um texto curto com a descrição.

b) Quais áreas da árvore que você mais gosta?

3) Resuma o máximo que você puder:

a) Revolução Puritana

b) República de Cromwell

c) Revolução Gloriosa








Figura 3: Revolução Puritana